DEMAND HOUSE.
OPERAÇÃO DE PERFORMANCE PREVISÍVEL

Diagnóstico feito.
Operação rodando.

O que encontramos nas contas, o que já corrigimos na primeira semana, o que entra na fila agora. E as decisões que a gente quer tomar junto com vocês hoje.

BR MED · KICKOFF DA OPERAÇÃO · 31 DE JULHO DE 2026
Três números de lead.
A partir de hoje, um.
317
O número do relatório antigo

Evento do Analytics, contado no navegador e sem deduplicar quem envia duas vezes. E é o pico de maio, não a média do ano.

~190
Leads de verdade

Contato que realmente entrou na base, deduplicado por e-mail e telefone. É a média dos últimos 30 dias; nos meses de 2026 vai de 163 a 254.

~61
MQL · a régua de vocês

50+ vidas e segmento prioritário. É o número que o comercial reconhece.

Todo número desta apresentação, e do painel novo, usa a régua da direita: lead de verdade e MQL, contados na fonte. E a série mostra o motivo da pressa: os leads caíram ~35% desde o pico de maio.

29 pontos mapeados.
A conta tinha três problemas de raiz.
01
A MEDIÇÃO MENTIA

Evento inflado, tag duplicada, conversões fantasma. O Google passou anos otimizando por um sinal frouxo.

02
VERBA NO AUTOMÁTICO

Segmentação por tema desligada, pacote regulatório pausado, metade do Search comprando a própria marca.

03
LINKEDIN PELA METADE

Sem tag, sem rastreio, sem retargeting, e frequência bem abaixo do que uma estratégia de contas alvo pede.

29
pontos mapeados
7
resolvidos na semana 1
21
na fila · priorizados
1
ponto forte · não mexer
O dado parou de mentir.
  • ✓
    LinkedIn com endereço.

    642 cliques pagos por mês entravam no Analytics como "Direct". Agora cada clique chega identificado por campanha.

  • ✓
    Insight Tag do LinkedIn no ar.

    As 4 conversões configuradas na plataforma estavam mortas porque a tag nunca foi instalada no site. Passam a contar.

  • ✓
    Tag de lead duplicada corrigida.

    O mesmo formulário disparava dois eventos no Analytics. Um lead valia dois no relatório.

  • ✓
    3 conversões fantasma desarmadas no Google Ads.

    Abertura de página contava como conversão e alimentava o lance automático. O Google volta a otimizar pelo lead real.

E a verba começou a ser bem gasta.
  • ✓
    Marca coberta de verdade.

    A campanha institucional tinha 1 termo exato de marca. Agora são 10 variações em correspondência exata: grafias, grupo, clínica, saúde ocupacional e corporativa.

  • ✓
    Toxicológico separado da meta de lead.

    Essa campanha vende exame pra motorista: o desfecho é ligação e rota até a clínica, quase nunca formulário. Medida pela régua de lead, parecia fracasso e sujava o alvo das outras. Agora tem meta própria.

  • ✓
    Geografia fechada.

    As campanhas alcançavam quem tinha "interesse" nas regiões alvo, não só quem está nelas. Clique de fora do alvo, cortado.

  • ✓
    Retargeting do LinkedIn nasceu.

    Não existia nenhuma audiência de engajamento. A segunda metade da máquina começou a ser montada.

Fechar o elo até o contrato.
  • 01
    Desligar o evento inflado na origem.

    O evento que dispara 11,8 vezes por lead não está no gerenciador de tags que acessamos. Vamos rastrear onde foi configurado e aposentar de vez.

  • 02
    Fechar a integração e as regras de negócio do Pipedrive.

    Acesso liberado. Garantir que porte, cargo e segmento do formulário cheguem no CRM, ler a régua de qualificação de lá, e cravar esses campos junto com a consultoria que está reorganizando o Pipedrive agora.

  • 03
    Preencher o valor dos negócios no CRM.

    Das 224 oportunidades que vieram de lead, só 33 têm valor em R$. Sem isso a gente sabe o custo por lead, mas não o custo por cliente, e não responde se os contratos grandes vieram da mídia.

  • 04
    Campo "como nos conheceu?" no deal.

    O crédito do trabalho de marca e de contas alvo que nenhuma atribuição automática alcança. Uma pergunta resolve.

Tirar a conta do automático.
  • 01
    Religar a segmentação por tema.

    A campanha principal tem 7 de 9 grupos de anúncio pausados. A estrutura por linha de serviço existe, está desligada.

  • 02
    Reativar o pacote regulatório.

    Está pausado, inclusive PCMSO, que vocês citaram como linha principal no kickoff. Confirmar intenção e reativar o que fizer sentido.

  • 03
    Testar a verba de marca.

    Metade do Search compra a própria marca, com o orgânico em primeiro e um único concorrente disputando o termo. Teste de incrementalidade diz quanto pode virar aquisição.

  • 04
    Dar destino às campanhas.

    A única página dedicada do site é a de toxicológico. Campanha boa apontando pra home genérica paga clique e perde lead.

  • 05
    Abrir os canais novos.

    Hoje só o Google captura demanda ativa. Conforme o briefing de hoje: testar Meta e captação no LinkedIn com formulário nativo, separados do trabalho de contas alvo, cada um com verba e régua próprias.

O alvo está certo.
A presença não acontece.
0
Listas de contas alvo

Nenhuma campanha mira uma lista de empresas. O alvo é por cargo, porte e setor, e 5 das 7 campanhas usam exatamente a mesma audiência.

2-4×
Por trimestre · o ritmo de hoje

Quantas vezes uma pessoa do perfil alvo vê a BR Med em três meses inteiros. Medido na plataforma, últimos 90 dias.

2-3×
Por semana · o que esta verba já compra

A mesma verba de hoje, mirando uma lista de ~500 empresas. A conta não precisa de mais dinheiro: precisa de um alvo com nome.

O resto do raio-x

  • Metade da verba do trimestre num único post, e é o post certo: o material de NR-1 tem 3,85% de cliques, contra 0,89% dos vídeos.
  • Uma campanha já lista seis empresas na mão: a semente existe, feita manualmente. E nada disso era medido até esta semana: tag fora do ar, clique caindo como "Direct", zero público de retargeting. Os três, corrigidos.
98,4%

O ponto forte que a gente crava: o direcionamento está limpo. O problema não é pra quem aparece. É quantas vezes, pra quais empresas, e sem medir.

De post impulsionado
a máquina de contas.
Onde estávamos
00
Posts impulsionados

Alvo por cargo e porte, verba dividida em sete campanhas, sem lista de empresas e sem nenhuma medição. O mérito: o alvo sempre foi limpo.

Estamos aqui
01
Medição de pé

Tag no ar, clique identificado por campanha, públicos de retargeting criados. Falta a lista de contas alvo e o campo "como nos conheceu" no CRM.

Próximo ciclo
02
Lista e frequência

A mesma verba em duas ou três frentes, mirando a lista de empresas: com uma lista desse tamanho ela já compra duas a três aparições por semana. Menos gente alcançada, presença de verdade.

Quando o CRM fechar
03
Máquina completa

Quem engajou entra na segunda etapa, a captação com formulário roda como frente separada, e o cruzamento com o Pipedrive mostra negócio aberto em empresa aquecida.

Cada passo é destravado por vocês: a lista de contas destrava o 02. O Pipedrive integrado destrava o 03. O 01 a gente entregou na primeira semana.

Três decisões
pra sair do papel.
Decisão 01
A lista de contas alvo existe como arquivo?

Nomes ou CNPJs, com dono e data de atualização. Se existe, a gente carrega na plataforma e passa a medir cobertura e frequência por empresa. Se não existe, montamos juntos a partir da tabela de perfil ideal que vocês já têm. Tamanho: de 300 a 800 empresas é o que a verba de hoje sustenta.

Decisão 02
Topam trocar alcance por frequência?

A mesma verba de hoje concentrada em duas ou três frentes, aparecendo várias vezes por semana pra quem está na lista, em vez de sete campanhas encostando em todo mundo poucas vezes por trimestre.

Decisão 03
Qual vai ser a régua de sucesso?

Enquanto o CRM não fecha o ciclo: cobertura da lista, frequência por empresa e engajamento por empresa. Custo por lead não mede aquecimento e fica fora desta frente.

Com essas três respostas o LinkedIn deixa de ser post impulsionado e vira trabalho de contas de verdade, com número que vocês conseguem cobrar da gente todo mês.

As decisões de hoje · canais e objetivo
  1. 1
    Qual é o objetivo das próximas campanhas?Volume de MQL? Segmentos prioritários da lista de contas alvo? Alguma linha de serviço na frente: PCMSO, NR-1, toxicológico?
  2. 2
    Meta e LinkedIn entram pra aquisição?Hoje o LinkedIn só aquece contas alvo e o Meta está parado. Queremos testar os dois como canal de captação de lead, mantendo o trabalho de contas alvo separado, com verba e régua próprias.
  3. 3
    As três decisões do trabalho de contas alvo.Estão no capítulo do LinkedIn, dois slides atrás: a lista existe como arquivo, trocamos alcance por frequência, e a régua passa a ser cobertura e frequência por empresa. São as três que queremos fechar hoje com a Aline.
As decisões de hoje · prioridades
  1. 4
    NR-1 vira prioridade?A demanda está crescendo, o tema é obrigação nova pra todo empregador, e ninguém está na página 1: nem vocês, nem no pago. É a aposta mais barata do trimestre.
  2. 5
    Qual o ritmo de criativos?O diagnóstico da própria equipe: os anúncios atuais viraram paisagem. Copy e direção vêm da gente, produção com a Débora. Falta cravar a cadência e o primeiro lote.
  3. 6
    Existe meta mensal oficial de leads?O painel hoje projeta a meta a partir do plano de mídia. Se existe um número oficial de vocês, ele assume o lugar e vira o medidor do mês.
Vocês nunca passam
um mês no escuro.
01
PAINEL V1 · HOJE, PRA APROVAÇÃO

Investimento, leads, MQL e funil por canal, ao vivo. A gente navega juntos agora e vocês aprovam o desenho.

02
PULSO DIÁRIO · DEFINIR JUNTOS

O resumo que nossos clientes recebem toda manhã. Hoje mostramos o modelo e definimos o que chega pra vocês, e pra quem.

03
ANÁLISE SEMANAL

A leitura do que aconteceu e do que a gente vai fazer. Toda semana, escrita por quem opera a conta.

04
REUNIÃO MENSAL

Resultado, decisão e próximo passo, juntos. Como esta aqui.

Agosto é o primeiro
mês cheio.
  1. 1
    Hoje: fechar o briefing.As seis respostas do bloco anterior viram o plano de agosto.
  2. 2
    Próximos dias: CRM integrado ao painel.O funil completo, do clique ao contrato, com o Pipedrive dentro do circuito.
  3. 3
    Agosto: campanhas novas no ar.A fila deste deck em execução, criativos novos rodando e a verba dentro do plano combinado.
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