O que encontramos nas contas, o que já corrigimos na primeira semana, o que entra na fila agora. E as decisões que a gente quer tomar junto com vocês hoje.
Evento do Analytics, contado no navegador e sem deduplicar quem envia duas vezes. E é o pico de maio, não a média do ano.
Contato que realmente entrou na base, deduplicado por e-mail e telefone. É a média dos últimos 30 dias; nos meses de 2026 vai de 163 a 254.
50+ vidas e segmento prioritário. É o número que o comercial reconhece.
Todo número desta apresentação, e do painel novo, usa a régua da direita: lead de verdade e MQL, contados na fonte. E a série mostra o motivo da pressa: os leads caíram ~35% desde o pico de maio.
Evento inflado, tag duplicada, conversões fantasma. O Google passou anos otimizando por um sinal frouxo.
Segmentação por tema desligada, pacote regulatório pausado, metade do Search comprando a própria marca.
Sem tag, sem rastreio, sem retargeting, e frequência bem abaixo do que uma estratégia de contas alvo pede.
642 cliques pagos por mês entravam no Analytics como "Direct". Agora cada clique chega identificado por campanha.
As 4 conversões configuradas na plataforma estavam mortas porque a tag nunca foi instalada no site. Passam a contar.
O mesmo formulário disparava dois eventos no Analytics. Um lead valia dois no relatório.
Abertura de página contava como conversão e alimentava o lance automático. O Google volta a otimizar pelo lead real.
A campanha institucional tinha 1 termo exato de marca. Agora são 10 variações em correspondência exata: grafias, grupo, clínica, saúde ocupacional e corporativa.
Essa campanha vende exame pra motorista: o desfecho é ligação e rota até a clínica, quase nunca formulário. Medida pela régua de lead, parecia fracasso e sujava o alvo das outras. Agora tem meta própria.
As campanhas alcançavam quem tinha "interesse" nas regiões alvo, não só quem está nelas. Clique de fora do alvo, cortado.
Não existia nenhuma audiência de engajamento. A segunda metade da máquina começou a ser montada.
O evento que dispara 11,8 vezes por lead não está no gerenciador de tags que acessamos. Vamos rastrear onde foi configurado e aposentar de vez.
Acesso liberado. Garantir que porte, cargo e segmento do formulário cheguem no CRM, ler a régua de qualificação de lá, e cravar esses campos junto com a consultoria que está reorganizando o Pipedrive agora.
Das 224 oportunidades que vieram de lead, só 33 têm valor em R$. Sem isso a gente sabe o custo por lead, mas não o custo por cliente, e não responde se os contratos grandes vieram da mídia.
O crédito do trabalho de marca e de contas alvo que nenhuma atribuição automática alcança. Uma pergunta resolve.
A campanha principal tem 7 de 9 grupos de anúncio pausados. A estrutura por linha de serviço existe, está desligada.
Está pausado, inclusive PCMSO, que vocês citaram como linha principal no kickoff. Confirmar intenção e reativar o que fizer sentido.
Metade do Search compra a própria marca, com o orgânico em primeiro e um único concorrente disputando o termo. Teste de incrementalidade diz quanto pode virar aquisição.
A única página dedicada do site é a de toxicológico. Campanha boa apontando pra home genérica paga clique e perde lead.
Hoje só o Google captura demanda ativa. Conforme o briefing de hoje: testar Meta e captação no LinkedIn com formulário nativo, separados do trabalho de contas alvo, cada um com verba e régua próprias.
Nenhuma campanha mira uma lista de empresas. O alvo é por cargo, porte e setor, e 5 das 7 campanhas usam exatamente a mesma audiência.
Quantas vezes uma pessoa do perfil alvo vê a BR Med em três meses inteiros. Medido na plataforma, últimos 90 dias.
A mesma verba de hoje, mirando uma lista de ~500 empresas. A conta não precisa de mais dinheiro: precisa de um alvo com nome.
O ponto forte que a gente crava: o direcionamento está limpo. O problema não é pra quem aparece. É quantas vezes, pra quais empresas, e sem medir.
Alvo por cargo e porte, verba dividida em sete campanhas, sem lista de empresas e sem nenhuma medição. O mérito: o alvo sempre foi limpo.
Tag no ar, clique identificado por campanha, públicos de retargeting criados. Falta a lista de contas alvo e o campo "como nos conheceu" no CRM.
A mesma verba em duas ou três frentes, mirando a lista de empresas: com uma lista desse tamanho ela já compra duas a três aparições por semana. Menos gente alcançada, presença de verdade.
Quem engajou entra na segunda etapa, a captação com formulário roda como frente separada, e o cruzamento com o Pipedrive mostra negócio aberto em empresa aquecida.
Cada passo é destravado por vocês: a lista de contas destrava o 02. O Pipedrive integrado destrava o 03. O 01 a gente entregou na primeira semana.
Nomes ou CNPJs, com dono e data de atualização. Se existe, a gente carrega na plataforma e passa a medir cobertura e frequência por empresa. Se não existe, montamos juntos a partir da tabela de perfil ideal que vocês já têm. Tamanho: de 300 a 800 empresas é o que a verba de hoje sustenta.
A mesma verba de hoje concentrada em duas ou três frentes, aparecendo várias vezes por semana pra quem está na lista, em vez de sete campanhas encostando em todo mundo poucas vezes por trimestre.
Enquanto o CRM não fecha o ciclo: cobertura da lista, frequência por empresa e engajamento por empresa. Custo por lead não mede aquecimento e fica fora desta frente.
Com essas três respostas o LinkedIn deixa de ser post impulsionado e vira trabalho de contas de verdade, com número que vocês conseguem cobrar da gente todo mês.
Investimento, leads, MQL e funil por canal, ao vivo. A gente navega juntos agora e vocês aprovam o desenho.
O resumo que nossos clientes recebem toda manhã. Hoje mostramos o modelo e definimos o que chega pra vocês, e pra quem.
A leitura do que aconteceu e do que a gente vai fazer. Toda semana, escrita por quem opera a conta.
Resultado, decisão e próximo passo, juntos. Como esta aqui.